Ou tentou ignorar aquilo que sentia para evitar conflitos, perder alguém ou enfrentar uma decisão difícil?
Com o tempo, isso vai criando uma sensação difícil de explicar.
Você começa a questionar mais aquilo que sente.
Passa a confiar menos nas próprias decisões.
E mesmo quando percebe que algo precisa mudar, sente que continua presa ao mesmo lugar.
Se você se reconhece nisso, o problema não é falta de força.
Muitas vezes, existe algo mais profundo influenciando a forma como você se relaciona, escolhe e se posiciona.
Você já tentou conversar.
Já tentou se afastar.
Já tentou dar mais uma chance.
Já tentou colocar limites.
Já tentou seguir em frente.
E talvez tenha até entendido racionalmente o que está acontecendo.
Mas, na prática, alguma coisa continua te levando para o mesmo lugar.
Por isso tantas mulheres se frustram.
Porque passam anos tentando mudar o resultado sem conseguir interromper aquilo que continua acontecendo por dentro.
E enquanto a origem dessa repetição continua escondida, a tendência é viver a mesma dinâmica novamente.
Mesmo quando você promete para si mesma que dessa vez será diferente.
O problema não é falta de força.
Talvez você esteja tentando resolver pela superfície algo que acontece em um lugar mais profundo.
Muitas vezes, você sabe que determinada situação te machuca.
Sabe que deveria agir diferente.
E mesmo assim continua presa na mesma dinâmica.
Isso acontece porque parte das nossas escolhas não nasce apenas da razão.
Elas também são influenciadas por experiências emocionais construídas ao longo da vida.
Sem perceber, você pode aprender que precisa ceder, suportar ou se adaptar para não perder alguém.
Que precisa aceitar mais do que gostaria para evitar conflitos.
Ou que ficar sozinha parece mais assustador do que permanecer em algo que já não faz bem.
E mesmo quando você percebe isso racionalmente, continua reagindo da mesma forma.
A Psicanálise Junguiana busca compreender por que essas histórias continuam se repetindo.
Por que você tem dificuldade de se posicionar.
Por que sente culpa quando tenta colocar limites.
E por que continua voltando para situações que já prometeu deixar para trás.
Quando essa dinâmica começa a fazer sentido, você deixa de agir no automático.
E começa a construir uma forma diferente de se relacionar consigo mesma e com os outros.
É esse processo que construímos juntos ao longo da terapia.
Sou Daniel Machado, Psicanalista Junguiano e Hipnoterapeuta.
Eu conheço essa dinâmica não apenas pelos estudos ou pela clínica.
Também precisei entender, na minha própria vida, por que continuava repetindo determinadas histórias nos relacionamentos.
Já vivi dependência emocional.
Já tive dificuldade de encerrar relações que não me faziam bem.
E sei como é perceber que algo precisa mudar, mas não conseguir fazer essa mudança acontecer na prática.
Minha formação reúne diferentes abordagens voltadas para o estudo dos relacionamentos, do comportamento humano e dos processos inconscientes que influenciam nossas escolhas.
Veja o que dizem algumas pessoas que já passaram por esse processo:
Quando você agenda uma sessão comigo, não entra em um processo mecânico. Cada encontro é construído a partir daquilo que está acontecendo na sua vida hoje, respeitando o seu momento e a sua história.
Mais do que falar sobre o problema, o processo busca identificar o que continua te levando para situações parecidas, mesmo quando você já decidiu que gostaria de agir diferente.
Você não precisa chegar com tudo organizado ou encontrar as respostas sozinha. Eu participo ativamente das sessões, trazendo observações, questionamentos e ajudando você a enxergar aspectos que muitas vezes passam despercebidos.
Ao longo do processo, você passa a reconhecer melhor aquilo que sente, pensa e deseja, sem precisar ignorar a si mesma para manter uma relação ou evitar conflitos.
Não trabalho com fórmulas prontas. Cada processo é conduzido a partir da sua história, do seu momento de vida e das questões que fazem sentido para você.
Talvez você já tenha percebido que saber o que está acontecendo não tem sido suficiente para mudar aquilo que continua se repetindo nos seus relacionamentos.
Existe uma diferença entre reconhecer um ciclo e conseguir sair dele.
É justamente nesse espaço que o processo terapêutico acontece.
Você não precisa continuar enfrentando isso sozinha.
Muitas mulheres chegam até mim depois de outras experiências terapêuticas.
Isso não significa que a terapia anterior foi ruim.
Mas, em alguns casos, ainda existiam questões importantes que não haviam sido trabalhadas em profundidade.
O objetivo aqui não é apenas falar sobre o problema, mas compreender aquilo que continua alimentando a repetição.
Não. O processo não é passivo.
Eu participo ativamente das sessões, fazendo perguntas, trazendo observações e te ajudando a perceber aspectos da sua história e dos seus relacionamentos que muitas vezes passam despercebidos.
O objetivo não é apenas falar sobre o que acontece, mas compreender por que determinadas situações continuam se repetindo e construir novas formas de lidar com elas.
Essa é uma das situações mais comuns.
Muitas pessoas conseguem explicar perfeitamente o que acontece, mas continuam reagindo da mesma forma quando vivem determinadas situações.
O trabalho terapêutico busca justamente reduzir essa distância entre saber e conseguir agir diferente.
Não.
O objetivo não é decidir por você.
É ajudar você a compreender melhor o que está acontecendo, reconhecer aquilo que influencia suas escolhas e se posicionar de forma mais consciente diante da sua realidade.
Tudo bem.
A terapia não exige decisões imediatas.
Antes de qualquer mudança, existe um processo de compreensão sobre aquilo que está acontecendo e sobre o que faz sentido para você.
As sessões acontecem por videochamada, em um ambiente sigiloso e reservado, com duração de 1 hora.
Você pode participar de qualquer lugar onde se sinta confortável e tenha privacidade para falar.
Se você sente que continua vivendo os mesmos conflitos nos relacionamentos, tem dificuldade de se posicionar ou percebe que está presa em situações que já não gostaria de viver, provavelmente essa é uma conversa que vale a pena ter.